Para Lembrar

«Para ser grande, sê inteiro: nada teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes. Assim em cada lago a lua toda brilha, porque alta vive.»

Myself

Myself

sexta-feira, 12 de novembro de 2010

E depois da noite de ontem na Aula Magna...

... foi esta que me fez brilhar : )
Gostei bastante do concerto.

domingo, 7 de novembro de 2010

Sinto-me tão deslocada. MUITO. Olho para todos os lados e não me identifico. Estou a preocupar-me. Não me motivo com ninguém.

domingo, 31 de outubro de 2010

*

Este foi o texto que escrevi há uns tempos reencontrei-o numa limpeza que estava a fazer no PC e resolvi publicá-lo aqui no blog.

Não há nada que nos marque mais que o primeiro amor.
As minhas histórias de amor não devem ser muito diferentes das outras histórias de amor: muita paixão e falta de ar no início, necessidade constante da presença daquele ser ao nosso lado, até que tudo parece perder a intensidade do início. Aparece a falta de comunicação, falta de paciência, desculpas rápidas, traições…Enfim, um imenso de tudo o que é bom e mau.

Pois bem, eu não lamento nenhuma das minhas relações com todas elas aprendi e afinal só vivemos com o que escolhemos. A história que aqui quero deixar reflecte isso mesmo – o que de melhor e pior se pode tirar de uma história de amor. .

Aos quinze anos nunca pensamos racionalmente, o coração é sempre um furacão. Conheci o P desde sempre mas só, aos meus catorze anos e quinze dele, nos vimos com olhos de ver. Ele namorava (com muitas) e sempre soube que não era rapaz de relações sérias. Em nada me atraía mas conversávamos imenso. Até ao dia que ele se declara e o meu coração nem acreditou no que ouvia. Disse-lhe que estava maluco e que éramos só amigos. Ele terminou o namoro com a namorada (e as outras) fez declarações públicas, comprava-me prendas, telefonava, fazia-me desenhos e escrevia-me músicas que me dedicava nos concertos (ele era vocalista de uma banda) … Quem não se apaixonava? Pois! Contra a vontade dos meus pais (que não gostavam das tatuagens e piercings, já para não falar da fama de namoradeiro) vivi intensamente um amor no qual aprendi a entrega e dedicação. A viver por mim e por nós. Usávamos muito a expressão «Dois num só». Ele prometeu ser o meu Principezinho e sempre iria cuidar de mim. Os dois primeiros anos foram lindos: o primeiro beijo, a primeira noite de amor, as primeiras férias a dois, o primeiro Amo-te, as intensas experiências sexuais, jantares românticos, sessões de cinema tardias, diários e fotos a dois… Até que a adolescência nos faz crescer em sentidos diferentes. Aos dezassete anos não sabemos o que queremos mas sabemos bem o que não queremos. Surgiram a discussões, o afastamento, os programas individuais começaram a prevalecer. Ele deixou de estudar. Dedicava-se à banda e ao trabalho. Trabalhava de noite, ensaiava à tarde e de manhã dormia. Eu dediquei-me à escola e aos amigos. Deixámos e surgiu a traição, o arrependimento. Voltámos a tentar, mas quando não dá não vale a pena forçar. Tivemos uma relação de cinco anos. Crescemos a dois e separámo-nos sozinhos. Arrependo-me de atitudes que tomei e orgulho-me de outras tantas. O primeiro amor é sempre o mais intenso, aquele que nos marca para sempre (no bom e mau sentido). 

O Mundo precisa de Amor. Uma má experiência ensina-nos a melhorar a seguinte. Uma boa experiência ajuda-nos a tornar o mundo um sítio mais bonito de se viver.

A quem namorei e a quem espero namorar, obrigada por fazerem de mim em cada momento de partilha uma mulher mais única.



Love will save the world









Um misto de sentimentos

É assim que me sinto: quer bem quer com uma ansiedade inexplicável.
Apetece-me não sei o quê... tenho uma «fome» sem nome.
Vagueio pelas ruas e voo por entre o espaço preenchido de pensamentos sem rumo definido. Tenho a minha cabeça cheia de planos e ambições. Será tipico da idade? Da fase da vida em que estou?
O que é positivo ( e também não sou de muitos lamentos exteriores) é que me tenho aguentado bem, interiormente. Claro que há alturas em que só me apetece gritar e explodir todas as emoções que sinto, mas não há palavras que as expliquem e tenho a certeza que ninguém compreenderia o que quer que fosse que saisse da minha exteriorização. Assim continuo o meu caminho na esperança de encontrar, com alguma brevidade, espero!, as respostas para o meu caminho sem destino.
Vou continuar a divagar nos meus pensamentos...

sexta-feira, 22 de outubro de 2010

Cheiro e sentimentos

Já cheira a castanhas assadas nas ruas de Lisboa.

Que saudades tinha de passear por aquelas ruas...

Hj voltei a andar de metro e a observar todas as pessoas que por ali circulam. Adoro Lisboa quando a posso apreciar sem pressas e stresses.

Hoje foi um dia introspectivo. Com bons momentos de recordações (alone por Lisboa) e maus momentos de sentimentos.

domingo, 10 de outubro de 2010

Porque as lágrimas cairam sem pedir licença

A-DO-REI!
Acho que nada podia ser mais indicado para este momento.
Grande mensagem, grande banda sonora.

Apetece-me gritar ao mundo, ter asas e voar, aprender/conhecer a palavra que me define.

sábado, 9 de outubro de 2010

ChUvA

Não gosto quando chove ao fim de semana e tenho de ficar sozinha em casa. Gosto quando chove e fico enroladinha no sofa com companhia...

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Ando apaixonada por esta

Tempo complicado

Ando a mil à hora. Sem tempo para mim, para os outros e para tudo o que devia ser prioridade! Ando a fazer horas extraordinárias e estou cansada fisica e mentalmente...

Acho que ainda não tinha feito um post sobre o meu novo peso. Perdi 5Kg desde que comecei a comer melhor :) E sinto-me bem melhor. Ao menos isto para me animar.

sábado, 18 de setembro de 2010

Sem palavras

Sinto-me assim vazia, com tanto na cabeça que sinto um vazio profundo.
Tantos planos, tanta angústia por ver o mundo a desmoronar-se à minha volta, tão decepcionada com alguns seres humanos que fazem parte da minha vida neste momento, tão ansiosa por algumas respostas, tão frustadadamente inútil nos caminhos da minha irmã...

Sinto vontade de gritar ao mundo num tom silencioso, daqueles que abanam e concertam as coisas sem ninguém perceber como aconteceu!

terça-feira, 14 de setembro de 2010

Psicóloga

Pensem e digam o que disserem mas acho que todas as pessoas deviam passar por consultas psicológicas. Estou a aprender imenso sobre mim. O último exercicio que fiz fez-me perceber imenso sobre mim. Tive de escrever uma série de características psicológias e classificá-las como positivas ou negativas. De seguida reflectir sobre como essas caracteristicas se vincaram na minha personalidade, ou seja, de quem as herdei. Faz-me obrigatoriamente reflectir sobre os meus pais e a minha infância. Começo a perceber tanta coisa! Está a ajudar-me muito.