Para Lembrar

«Para ser grande, sê inteiro: nada teu exagera ou exclui. Sê todo em cada coisa. Põe quanto és no mínimo que fazes. Assim em cada lago a lua toda brilha, porque alta vive.»

Myself

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sexta-feira, 12 de março de 2010

Para reflectir

«A maior parte de nós está encarcerado na sua própria armadura.»

«Criamos barreiras para nos protegermos de quem pensamos que somos. Até que um dia ficamos presos atrás das barreiras e não conseguimos libertar-nos.»

«Estar calado é mais do que não fala r(...) Descobri que quando estava acompanhado mostrava apenas o melhor de mim. Não eliminava as minhas defesas e não permitia a mim próprio nem à outra pessoa ver o que eu tentava esconder.»

in, O cavaleiro da armadura enferrujada

segunda-feira, 28 de dezembro de 2009

Ciclo Luz e Escuridão

O Natal correu muito bem, agora prepara-se a passagem de ano. Já sei para onde vou: Costa da Caparica, com um grupo de amigas. Alguém precisa de convites?!

O meu Pai Natal foi generoso, a prenda que mais me surprendeu foi a coleção do Ciclo Luz e Escuridão, da Stephenie Meyer. Claro que vi o filme Crepúsculo e adorei, mais recentemente fui ver o Lua Nova e derreti-me, mas pronto isso é no cinema, não comentei com ninguém! Todos sabem o meu gosto pela leitura, então não é que há uma prima generosa que me oferece os livrinhos! Nunca pensei gostar tanto  até ter começado a ler o Crepúsculo... Agora percebo que aos filmes faltam muitos pormenores emocionantes que me fazem devorar cada uma das palavras dos livros com uma ânsia inexplicavel.



domingo, 8 de novembro de 2009

Vício

Já cá estão pertinho de mim, prontinhos a ser DeVoRaDoS ;)


sexta-feira, 3 de julho de 2009

Tal como sinto

« Porque a minha vontade tem o tamanho de uma lei da terra. Porque a minha força determina a passagem do tempo. Eu quero. Eu sou capaz de lançar um grito para dentro de mim, que arranca árvores pelas raízes, que explode veias em todos os corpos, que trespassa o mundo. Eu sou capaz de correr através desse grito, à sua velocidade, contra tudo o que se levanta no meu caminho, contra mim próprio. Eu quero. Eu sou capaz de expulsar o Sol da minha pele, de vencê-lo mais uma vez e sempre. Porque a minha vontade me regenera, faz-me nascer, renascer. Porque a minha força é imortal.»

Cemitério de Pianos (Quilómetro dezasseis), José Luís Peixoto